Ser obrigado a usar um chapéu de burro, trabalhar nas festas de fim de semana como garçom, dançar na boca da garrafa e ganhar rabinho de burro. Essas foram algumas das reclamações feitas por empregado terceirizado do banco Bradesco, que diz ter sido ridicularizado quando não atingiu as metas de vendas dos produtos da empresa e ganhou por isso uma indenização por dano moral. O valor da indenização está estipulado em três vezes a última remuneração do bancário, o que equivale a cerca de R$ 30 mil.
O trabalhador entrou com ação contra o banco e, segundo o Poder Judiciário, provou, além das "brincadeiras", que não era um corretor de seguros autônomo, como afirmava o Bradesco, mas que havia vínculo de emprego com a empresa, na condição de bancário.
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